Referências – Normas ABNT (regras gerais)

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), fundada em 28 de setembro de 1940, é responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (ABNT NBR), elaboradas por seus Comitês Brasileiros (ABNT/CB), Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE). As Normas ABNT definem todas as regras de praticamente todas as áreas. Quase todo universitário, graduando ou pós-graduando, tem sérios problemas com as Normas ABNT, especificamente as que tratam das Referências nos textos acadêmicos.

Normas ABNT – Trabalhos Acadêmicos

A Norma NBR 6023, de agosto de 2002, é a que estabelece padrões da escrita científica no Brasil. As principais revistas científicas brasileiras, faculdades e cursos de pós-graduação adotam as normas ABNT.

A Norma NBR 6023:2002 foi baseada nas ISO 690:1987 e ISO 690-2:1997, substituindo a NBR 6023:2000, e válida desde 29/09/2002. Pretende-se estabelecer os elementos a serem incluídos em “Referências”. As referências podem estar localizadas no rodapé, no fim de texto ou de capítulo ou lista de referências.



Essa Norma determina a ordem dos elementos das referências. Estabelece convenções para transcrição e apresentação da informação originada em documentos e/ou outras fontes de informação. Destina-se a orientar a preparação e a compilação de referências do material utilizado e seu devido registro. Em absoluto, essa Norma se aplica às descrições usadas em bibliotecas, nem as substitui.

Normas ABNT – Norma NBR 6023:2002 (Definições)

Para os efeitos dessa Norma, adotam-se as seguintes definições:

Autor(es)

Pessoa(s) física(s) responsável(eis) pela criação do conteúdo de um documento, sendo esse conteúdo intelectual ou artístico. Instituição(ões), organização(ões), empresa(s), comitê(s), comissão(ões), evento(s), entre outros, também podem ser responsável(eis) por publicações. O(s) autor(es) entidade(s) não configuram autoria pessoal.

Capítulo, seção ou parte

Divisão de um documento, numerado ou não. É importante saber em qual capítulo se encontra o que está sendo referenciado, pois há casos em que a informação consta somente num determinado local do documento consultado.

Documento

Deve ser considerado como tal, todo e qualquer suporte que contenha informação registrada, formando uma unidade, que possa servir de consulta, estudo ou prova. Nisso consistem impressos, manuscritos, registros audiovisuais, sonoros, magnéticos e eletrônicos, entre outros.

Edição

Todos os exemplares produzidos a partir de um original ou matriz. São considerados como uma mesma obra
todas as suas impressões, reimpressões, tiragens, etc. Mesmo que produzidas diretamente ou por outros métodos, sem modificações, independentemente do período decorrido desde a primeira publicação.

Editora

Casa publicadora, pessoa(s) ou instituição responsável pela produção editorial. Dependendo do suporte
documental, outras denominações são utilizadas: produtora (para imagens em movimento), gravadora (para registros sonoros), entre outras. Não se deve confundir Editora com a designação do editor, utilizada para indicar o responsável intelectual ou científico que atua na reunião de artigos para uma revista, jornal ou que coordena ou organiza a preparação de coletâneas.

Monografia

Documento não seriado, constituído de uma só parte, ou que se pretende completar em um número preestabelecido de partes separadas. São considerados “monografia”: Livros, Revistas, Periódicos, etc.

Publicação periódica

Publicação em qualquer tipo de suporte, editada em unidades físicas sucessivas, com designações numéricas e/ou cronológicas e destinada a ser continuada indefinidamente. Não confundir com “coleção” ou “série editorial”. Esses são recursos criados por editores, ou instituições responsáveis, para reunir conjuntos específicos de obras que recebem o mesmo tratamento gráfico-editorial (formato, características visuais e tipográficas, entre outras) e/ou que mantêm correspondência temática entre si.

Uma coleção ou série editorial pode reunir várias monografias (por exemplo: a Coleção Primeiros Passos, a Série Nossos Clássicos, a Série Literatura Brasileira, a Série Relatórios). Também é possível constituir uma publicação editada em partes, com objetivo de formar futuramente uma coleção completa (por exemplo: Série Século XX, Série Bom Apetite, etc.).

Referência

Conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação
individual. As referências a uma citação, seja ela direta ou indireta, podem ser feitas como notas de rodapé, no fim de texto ou de capítulo ou listadas ao final do documento.

Separata

Publicação de parte de um trabalho (artigo de periódico, capítulo de livro, colaborações em coletâneas etc.), mantendo exatamente as mesmas características tipográficas e de formatação da obra original, que recebe uma
capa, com as respectivas informações que a vinculam ao todo, e a expressão “Separata de” em evidência. As separatas são utilizadas para distribuição pelo próprio autor da parte, ou pelo editor.

Suplemento

Documento que se adiciona a outro para ampliá-lo ou aperfeiçoá-lo, sendo sua relação com aquele
apenas editorial e não física, podendo ser editado com periodicidade e/ou numeração própria.

Título

Palavra, expressão ou frase que designa o assunto ou o conteúdo de um documento.

Subtítulo

Informações apresentadas em seguida ao título, visando esclarecê-lo ou complementá-lo, de acordo com o conteúdo do documento.

Normas ABNT – Norma NBR 6023:2002 (Elementos da referência)

A referência é constituída de elementos essenciais e, quando necessário, acrescida de elementos complementares. Os elementos essenciais são um conjunto de informações indispensáveis para a identificação do documento referenciado. Os elementos essenciais variam de acordo com o suporte documental. Os elementos complementares
são as informações que permitem a melhor caracterização os documentos. Os elementos essenciais e os elementos complementares devem ser retirados preferencialmente do próprio documento. Quando isso não for possível, utilizam-se outros dados obtidos, indicados entre colchetes.

Normas ABNT – Norma NBR 6023:2002 (Apresentação das referências)

Os elementos essenciais e complementares da referência devem necessariamente ser apresentados em sequência padronizada. As referências devem estar alinhadas somente à margem esquerda do texto e de maneira que seja possível identificar individualmente cada documento.

Utiliza-se um espaço simples na referência, mas cada referência deve ter espaço duplo entre si. Quando em notas de rodapé, alinham-se, a partir da segunda linha da mesma referência, abaixo da primeira letra da primeira palavra, para destacar o expoente, não havendo espaço entre elas.

A pontuação segue padrões internacionais e deve ser uniforme para todas as referências. As abreviaturas devem ser
conforme a NBR 10522. O recurso tipográfico (negrito, grifo ou itálico) utilizado para destacar o elemento título deve ser uniforme em todas as referências de um mesmo documento. Isto não se aplica às obras sem indicação de autoria, ou de responsabilidade, cujo elemento de entrada é o próprio título, já destacado pelo uso de letras maiúsculas na primeira palavra, com exclusão de artigos (definidos e indefinidos) e palavras monossilábicas.



As referências constantes em uma lista padronizada devem obedecer aos mesmos princípios. Ao optar pela utilização de elementos complementares, estes devem ser incluídos em todas as referências daquela lista.

Os casos omissos são resolvidos utilizando-se o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente.

Normas ABNT – Norma NBR 6023:2002 (Tipos de referências)

1 Monografia no todo

Inclui livro e/ou folheto (manual, guia, catálogo, enciclopédia, dicionário etc.) e trabalhos acadêmicos (teses, dissertações,entre outros).

1.1 Os elementos essenciais são apresentados na seguinte ordem: autor(es), título, edição, local, editora e data de publicação.

GOMES, L. G. F. F. Novela e sociedade no Brasil. Niterói: EdUFF, 1998.

1.2 Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares às referências para melhor identificar os documentos utilizados como fonte de consulta.

GOMES, L. G. F. F. Novela e sociedade no Brasil. Niterói: EdUFF,
1998. 137 p., 21 cm. (Coleção Antropologia e Ciência Política, 15).
Bibliografia: p. 131-132. ISBN 85-228-0268-8.

PERFIL da administração pública paulista. 6. ed. São Paulo: FUNDAP,
1994. 317 p. Inclui índice. ISBN 85-7285-026-0.

2 Monografia no todo em meio eletrônico

Os elementos essenciais descritos anteriormente também valem para esse tipo de documento, mas há algumas outras informações características que devem ser consideradas nas referências. Consideram-se meio eletrônico os disquetes, CD-ROM, documentos disponibilizados online, etc.

2.1 As referências devem conter, além das que já foram indicadas, as informações relativas à descrição física do meio eletrônico.

KOOGAN, André; HOUAISS, Antonio (Ed.). Enciclopédia e
dicionário digital 98. Direção geral de André Koogan Breikmam. São
Paulo: Delta: Estadão, 1998. 5 CD-ROM.

2.2 Quando se tratar de obras consultadas online, devem ser apresentadas as informações sobre o endereço eletrônico, apresentado entre os sinais “< >”, precedido da expressão “Disponível em:” e a data de acesso ao documento, precedida da expressão “Acesso em:”. Os dados referentes a hora, minutos e segundos são opcionais. Não é recomendado referenciar material eletrônico de curta duração nas redes.

ALVES, Castro. Navio negreiro. [S.l.]: Virtual Books, 2000. Disponível
em: <http://www.terra.com.br/virtualbooks/freebook/port/Lport2/
navionegreiro.htm>. Acesso em: 10 jan. 2002, 16:30:30.

3 Parte de monografia

Inclui capítulo, volume, fragmento e outras partes de uma obra, com autor(es) e/ou título próprios.

3.1 Os elementos essenciais são: autor(es), título da parte, seguidos da expressão “In:”, e da referência completa da
monografia no todo. No final da referência, deve-se informar a paginação ou outra forma de individualizar a parte
referenciada.

ROMANO, Giovanni. Imagens da juventude na era moderna. In: LEVI,
G.; SCHMIDT, J. (Org.). História dos jovens 2. São Paulo:
Companhia das Letras, 1996. p. 7-16.

SANTOS, F. R. dos. A colonização da terra do Tucujús. In: ______.
História do Amapá, 1o grau. 2. ed. Macapá: Valcan, 1994. cap. 3.

3.2 Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

ROMANO, Giovanni. Imagens da juventude na era moderna. In: LEVI,
G.; SCHMIDT, J. (Org.). História dos jovens 2: a época
contemporânea. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p. 7-16.

SANTOS, F. R. dos. A colonização da terra do Tucujús. In: ______.
História do Amapá, 1o grau. 2. ed. Macapá: Valcan, 1994. cap. 3, p.
15-24.

4 Parte de monografia em meio eletrônico

As referências devem obedecer aos padrões indicados para partes de monografias, de acordo com 3, acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.). Quando se tratar de obras consultadas online, proceder-se-á conforme já indicado.

MORFOLOGIA dos artrópodes. In: ENCICLOPÉDIA multimídia dos
seres vivos. [S.l.]: Planeta DeAgostini, c1998. CD-ROM 9.

POLÍTICA. In: DICIONÁRIO da língua portuguesa. Lisboa: Priberam
Informática, 1998. Disponível em: <http://www.priberam.pt/dlDLPO>.
Acesso em: 8 mar. 1999.

5 Publicação periódica

Inclui a coleção como um todo, fascículo ou número de revista, número de jornal, caderno etc. na íntegra, e a matéria existente em um número, volume ou fascículo de periódico (artigos científicos de revistas, editoriais, matérias jornalísticas, seções, reportagens etc.).

5.1 Publicação periódica como um todo. Considera-se a referência de toda a coleção de um título de periódico é utilizada em listas de referências e catálogos de obras preparados por livreiros, bibliotecas ou editoras.

5.1.1 Os elementos essenciais são: título, local de publicação, editor, datas de início e de encerramento da publicação, se houver.

REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA. Rio de Janeiro: IBGE, 1939-

5.1.2 Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA. Rio de Janeiro: IBGE,
1939- . Trimestral. Absorveu Boletim Geográfico, do IBGE. Índice
acumulado, 1939-1983. ISSN 0034-723X.

BOLETIM GEOGRÁFICO. Rio de Janeiro: IBGE, 1943-1978.
Trimestral.

5.2 Partes de revista, boletim etc. Incluem-se volume, fascículo, números especiais e suplementos, entre outros, sem título próprio.

5.2.1 Os elementos essenciais são: título da publicação, local de publicação, editora, numeração do ano e/ou volume,
numeração do fascículo, informações de períodos e datas de sua publicação.

DINHEIRO. São Paulo: Ed. Três, n. 148, 28 jun. 2000.

5.2.2 Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

DINHEIRO: revista semanal de negócios. São Paulo: Ed. Três, n.
148, 28 jun. 2000. 98 p.

5.3 Artigo e/ou matéria de revista, boletim etc. Inclui partes de publicações periódicas (volumes, fascículos, números especiais e suplementos, com título próprio), comunicações, editorial, entrevistas, recensões, reportagens, resenhas e outros.

5.3.1 Os elementos essenciais são: autor(es), título da parte, artigo ou matéria, título da publicação, local de publicação, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número, paginação inicial e final, quando se tratar de artigo ou matéria, data ou intervalo de publicação e particularidades que identificam a parte (se houver).

AS 500 maiores empresas do Brasil. Conjuntura Econômica, Rio de
Janeiro, v. 38, n. 9, set. 1984. Edição especial.

MÃO-DE-OBRA e previdência. Pesquisa Nacional por Amostra de
Domicílios, Rio de Janeiro; v. 7, 1983. Suplemento.

5.3.2 Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

COSTA, V. R. À margem da lei: o Programa Comunidade Solidária.
Em Pauta: revista da Faculdade de Serviço Social da UERJ, Rio de
Janeiro, n. 12, p. 131-148, 1998.

5.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim etc. em meio eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para artigo e/ou matéria de revista, boletim etc., acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.). Quando se tratar de obras consultadas online, deve-se proceder conforme já indicado.

VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo
Interativa, Rio de Janeiro, n. 2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

SILVA, M. M. L. Crimes da era digital. .Net, Rio de Janeiro, nov. 1998.
Seção Ponto de Vista. Disponível em: <http://www.brazilnet.com.br/
contexts/brasilrevistas.htm>. Acesso em: 28 nov. 1998.

5.5 Artigo e/ou matéria de jornal. Inclui comunicações, editorial, entrevistas, recensões, reportagens, resenhas e outros.
5.5.1 Os elementos essenciais são: autor(es) (se houver), título, título do jornal, local de publicação, data de publicação, seção, caderno ou parte do jornal e a paginação correspondente. Quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo ou matéria precede a data.

COSTURA x P.U.R. Aldus, São Paulo, ano 1, n. 1, nov. 1997. Encarte
técnico, p. 8.

NAVES, P. Lagos andinos dão banho de beleza. Folha de S. Paulo,
São Paulo, 28 jun. 1999. Folha Turismo, Caderno 8, p. 13.

5.5.2 Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

PAIVA, Anabela. Trincheira musical: músico dá lições de cidadania em
forma de samba para crianças e adolescentes. Jornal do Brasil, Rio
de Janeiro, p. 2, 12 jan. 2002.

5.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico
As referências devem obedecer aos padrões indicados para artigo e/ou matéria de jornal, de acordo com 7.5.5, acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.). Quando se tratar de obras consultadas online, proceder-se-á conforme já indicado.

SILVA, Ives Gandra da. Pena de morte para o nascituro. O Estado de S. Paulo,
São Paulo, 19 set. 1998. Disponível em: <http://www.providafamilia.org/pena_
morte_nascituro.htm>. Acesso em: 19 set. 1998.

KELLY, R. Electronic publishing at APS: its not just online journalism.
APS News Online, Los Angeles, Nov. 1996. Disponível em:
<http://www.aps.org/apsnews/1196/11965.html>. Acesso em: 25 nov.
1998.

6 Evento como um todo

Inclui o conjunto dos documentos reunidos num produto final do próprio evento (atas, anais, resultados, proceedings, entre outras denominações).

6.1 Elementos essenciais. Os elementos essenciais são: nome do evento, numeração (se houver), ano e local (cidade) de realização. Em seguida, deve-se mencionar o título do documento (anais, atas, tópico temático etc.), seguido dos dados de local de publicação, editora e data da publicação.

IUFOST INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON CHEMICAL CHANGES
DURING FOOD PROCESSING, 1984, Valencia. Proceedings…
Valencia: Instituto de Agroquímica y Tecnología de Alimentos, 1984.

6.2 Elementos complementares. Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA, 20.,
1997, Poços de Caldas. Química: academia, indústria, sociedade:
livro de resumos. São Paulo: Sociedade Brasileira de Química, 1997.

6.3 Evento como um todo em meio eletrônico
As referências devem obedecer aos padrões indicados para evento como um todo, de acordo com 6.1 e 6.2, acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.). Quando se tratar de obras consultadas online, proceder-se-á conforme já indicado.

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996,
Recife. Anais eletrônicos… Recife: UFPe, 1996. Disponível em:
<http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais.htm>. Acesso em: 21 jan.
1997.

7 Trabalho apresentado em evento

Inclui trabalhos apresentados em evento (parte do evento).

7.1 Elementos essenciais
Os elementos essenciais são: autor(es), título do trabalho apresentado, seguido da expressão In:, nome do evento,
numeração do evento (se houver), ano e local (cidade) de realização, título do documento (anais, atas, tópico temático etc.), local, editora, data de publicação e página inicial e final da parte referenciada.

BRAYNER, A. R. A.; MEDEIROS, C. B. Incorporação do tempo em
SGBD orientado a objetos. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO
DE DADOS, 9., 1994, São Paulo. Anais… São Paulo: USP, 1994. p.
16-29.

SOUZA, L. S.; BORGES, A. L.; REZENDE, J. O. Influência da
correção e do preparo do solo sobre algumas propriedades químicas
do solo cultivado com bananeiras. In: REUNIÃO BRASILEIRA DE
FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS, 21., 1994,
Petrolina. Anais… Petrolina: EMBRAPA, CPATSA, 1994. p. 3-4.

7.2 Elementos complementares
Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

MARTIN NETO, L.; BAYER, C.; MIELNICZUK, J. Alterações
qualitativas da matéria orgânica e os fatores determinantes da sua
estabilidade num solo podzólico vermelho-escuro em diferentes
sistemas de manejo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO
SOLO, 26., 1997, Rio de Janeiro. Resumos… Rio de Janeiro:
Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 1997. p. 443, ref. 6-141.

7.3 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico
As referências devem obedecer aos padrões indicados para trabalhos apresentados em evento acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.). Quando se tratar de obras consultadas online, proceder-se-á conforme já indicado.

GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária.
In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998,
Fortaleza. Anais… Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da
qualidade total na educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO
CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos… Recife:
UFPe, 1996. Disponível em: <http://www. propesq. ufpe.br/
anais/anais/educ/ce04.htm>. Acesso em: 21 jan. 1997.

8 Patente

Os elementos essenciais são: entidade responsável e/ou autor, título, número da patente e datas (do período de registro).

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de
Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão
Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos.
BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

9 Documento jurídico

Inclui legislação, jurisprudência (decisões judiciais) e doutrina (interpretação dos textos legais).

9.1 Legislação
Compreende a Constituição, as emendas constitucionais e os textos legais infraconstitucionais (lei complementar e
ordinária, medida provisória, decreto em todas as suas formas, resolução do Senado Federal) e normas emanadas das entidades públicas e privadas (ato normativo, portaria, resolução, ordem de serviço, instrução normativa, comunicado, aviso, circular, decisão administrativa, entre outros).

9.1.1 Os elementos essenciais são: jurisdição (ou cabeçalho da entidade, no caso de se tratar de normas), título,
numeração, data e dados da publicação. No caso de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título, acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.

BRASIL. Medida provisória no 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997.

Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo,
Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29514.

9.1.2 Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o
documento.

SÃO PAULO (Estado). Decreto no 42.822, de 20 de janeiro de 1998.
Dispõe sobre a desativação de unidades administrativas de órgãos da
administração direta e das autarquias do Estado e dá providências
correlatas. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo,
v. 62, n. 3, p. 217-220, 1998.

BRASIL. Medida provisória no 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997.
Estabelece multa em operações de importação, e dá outras
providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,
Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29514.

9.2 Jurisprudência (decisões judiciais)
Compreende súmulas, enunciados, acórdãos, sentenças e demais decisões judiciais.

9.2.1 Os elementos essenciais são: jurisdição e órgão judiciário competente, título (natureza da decisão ou ementa) e
número, partes envolvidas (se houver), relator, local, data e dados da publicação.

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula no 14. In: ______.
Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p. 16.

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Habeas-corpus no 181.636-1,
da 6a Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo,
Brasília, DF, 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do STJ e
Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240,
mar. 1998.

9.2.2 Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula no 14. Não é admissível
por ato administrativo restringir, em razão de idade, inscrição em
concurso para cargo público. In: ______. Súmulas. São Paulo:
Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p. 16.

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Processual Penal. Habeascorpus.
Constrangimento ilegal. Habeas-corpus no 181.636-1, da 6a
Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília,
DF, 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais
Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar. 1998.

9.3 Doutrina
Inclui toda e qualquer discussão técnica sobre questões legais (monografias, artigos de periódicos, papers etc.),
referenciada conforme o tipo de publicação.

BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação
frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de
Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago.
1995.

9.4 Documento jurídico em meio eletrônico
As referências devem obedecer aos padrões indicados para documento jurídico, de acordo com 9.1 a 9.3, acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.). Quando se tratar de obras consultadas online, proceder-se-á conforme já indicado.

LEGISLAÇÃO brasileira: normas jurídicas federais, bibliografia
brasileira de Direito. 7. ed. Brasília, DF: Senado Federal, 1999. 1 CDROM.
Inclui resumos padronizados das normas jurídicas editadas
entre janeiro de 1946 e agosto de 1999, assim como textos integrais
de diversas normas.

BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In:
SISLEX: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da
Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV, 1999. 1 CD-ROM.



10 Imagem em movimento

Inclui filmes, videocassetes, DVD, entre outros.

10.1 Os elementos essenciais são: título, diretor, produtor, local, produtora, data e especificação do suporte em unidades
físicas.

OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de
Andrade. São Paulo: CERAVI, 1983. 1 videocassete.

10.2 Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de
Andrade. Coordenação de Maria Izabel Azevedo. São Paulo: CERAVI,
1983. 1 videocassete (30 min), VHS, son., color.

CENTRAL do Brasil. Direção: Walter Salles Júnior. Produção: Martire
de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. Intérpretes: Fernanda
Montenegro; Marilia Pera; Vinicius de Oliveira; Sônia Lira; Othon
Bastos; Matheus Nachtergaele e outros. Roteiro: Marcos Bernstein,
João Emanuel Carneiro e Walter Salles Júnior. [S.l.]: Le Studio Canal;
Riofilme; MACT Productions, 1998. 1 bobina cinematográfica (106
min), son., color., 35 mm.

11 Documento iconográfico

Inclui pintura, gravura, ilustração, fotografia, desenho técnico, diapositivo, diafilme, material estereográfico, transparência, cartaz entre outros.

11.1 Elementos essenciais
Os elementos essenciais são: autor, título (quando não existir, deve-se atribuir uma denominação ou a indicação Sem título, entre colchetes), data e especificação do suporte.

KOBAYASHI, K. Doença dos xavantes. 1980. 1 fotografia.

11.2 Elementos complementares
Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

KOBAYASHI, K. Doença dos xavantes. 1980. 1 fotografia, color.,
16 cm x 56 cm.

FRAIPONT, E. Amilcar II. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 30 nov.
1998. Caderno 2, Visuais. p. D2. 1 fotografia, p&b. Foto apresentada
no Projeto ABRA/Coca-cola.

11.3 Documento iconográfico em meio eletrônico
As referências devem obedecer aos padrões indicados para documento iconográfico, de acordo com 11.1 e 11.2,
acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.). Quando se tratar de obras consultadas online, proceder-se-á conforme já indicado.

VASO.TIFF. 1999. Altura: 1083 pixels. Largura: 827 pixels. 300 dpi. 32
BIT CMYK. 3.5 Mb. Formato TIFF bitmap. Compactado. Disponível
em: <C:\Carol\VASO.TIFF>. Acesso em: 28 out. 1999.

GEDDES, Anne. Geddes135.jpg. 2000. Altura: 432 pixels. Largura:
376 pixels. 51 Kb. Formato JPEG. 1 disquete, 5 ¼ pol.

12 Documento cartográfico

Inclui atlas, mapa, globo, fotografia aérea entre outros. As referências devem obedecer aos padrões indicados para outros tipos de documentos, quando necessário.

12.1 Elementos essenciais
Os elementos essenciais são: autor(es), título, local, editora, data de publicação, designação específica e escala.

ATLAS Mirador Internacional. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica
do Brasil, 1981. 1 atlas. Escalas variam.

INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo, SP).
Regiões de governo do Estado de São Paulo. São Paulo, 1994. 1
atlas. Escala 1:2.000.

BRASIL e parte da América do Sul. São Paulo: Michalany, 1981. 1
mapa. Escala 1:600.000.

12.2 Elementos complementares

Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

BRASIL e parte da América do Sul: mapa político, escolar, rodoviário,
turístico e regional. São Paulo: Michalany, 1981. 1 mapa, color., 79 cm
x 95 cm. Escala 1:600.000.

INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo, SP).
Projeto Lins Tupã: foto aérea. São Paulo,1986. 1 fotografia aérea.
Escala 1:35.000. Fx 28, n. 15.

12.3 Documento cartográfico em meio eletrônico

As referências devem obedecer aos padrões indicados para material cartográfico, de acordo com 12.1 e 12.2,
acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.). Quando se tratar de obras consultadas online, proceder-se-á conforme já indicado.

PERCENTAGEM de imigrantes em São Paulo, 1920. 1 mapa, color.
Escala indeterminável. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n. 2, inverno
1994. 1 CD-ROM.

FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. 1931-2000 Brazil’s
confirmed unprovoked shark attacks. Gainesville, [2000?]. 1 mapa,
color. Escala 1:40.000.000. Disponível em: <http://www.flmnh.ufl.edu/
fish/Sharks/ statistics/Gattack/map/Brazil.jpg>. Acesso em: 15 jan.
2002.



13 Documento sonoro no todo

Inclui disco, CD (compact disc), cassete, rolo, entre outros.

13.1 Os elementos essenciais são: compositor(es) ou intérprete(s), título, local, gravadora (ou equivalente), data e
especificação do suporte.

ALCIONE. Ouro e cobre. São Paulo: RCA Victor, p1988. 1 disco sonoro.

MPB especial. [Rio de Janeiro]: Globo: Movieplay, c1995. 1 CD.

13.2 Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

ALCIONE. Ouro e cobre. Direção artística: Miguel Propschi. São
Paulo: RCA Victor, p1988. 1 disco sonoro (45 min), 33 1/3 rpm,
estereo., 12 pol.

SILVA, Luiz Inácio Lula da. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento
[abr. 1991]. Entrevistadores: V. Tremel e M. Garcia. São Paulo:
SENAI-SP, 1991. 2 cassetes sonoros. Entrevista concedida ao Projeto
Memória do SENAI-SP.

14 Documento sonoro em parte

Inclui partes e faixas de documentos sonoros.

14.1 Os elementos essenciais são: compositor(es), intérprete(s) da parte (ou faixa de gravação), título, seguidos da
expressão In:, e da referência do documento sonoro no todo. No final da referência, deve-se informar a faixa ou outra forma de individualizar a parte referenciada.

COSTA, S.; SILVA, A. Jura secreta. Intérprete: Simone. In: SIMONE.
Face a face. [S.l.]: Emi-Odeon Brasil, p1977. 1 CD. Faixa 7.

GINO, A. Toque macio. Intérprete: Alcione. In: ALCIONE. Ouro e
cobre. São Paulo: RCA Victor, p1988. 1 disco sonoro. Lado A, faixa 1.

14.2 Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

GINO, A. Toque macio. Intérprete: Alcione. In: ALCIONE. Ouro e
cobre. Direção artística: Miguel Propschi. São Paulo: RCA Victor,
p1988. 1 disco sonoro (45 min), 33 1/3 rpm, estereo., 12 pol. Lado A,
faixa 1 (4 min 3 s).

15 Partitura

Inclui partituras impressas e em suporte ou meio eletrônico.

15.1 Elementos essenciais
Os elementos essenciais são: autor(es), título, local, editora, data, designação específica e instrumento a que se destina.

BARTÓK, Béla. O mandarim maravilhoso. Wien: Universal, 1952. 1
partitura. Orquestra.

GALLET, Luciano (Org.). Canções populares brasileiras. Rio de
Janeiro: Carlos Wehns, 1851. 1 partitura (23 p.). Piano.

15.2 Elementos complementares
Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

BARTÓK, Béla. O mandarim maravilhoso: op. 19. Wien: Universal,
1952. 1 partitura. Orquestra.

15.3 Partitura em meio eletrônico
As referências devem obedecer aos padrões indicados para partitura, conforme 15.1 e 15.2, acrescidas das
informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.). Quando se tratar de obras consultadas online, proceder-se-á conforme já indicado.

OLIVA, Marcos; MOCOTÓ, Tiago. Fervilhar: frevo. [19–?]. 1 partitura.
Piano. Disponível em: <http://openlink.br.inter.net/picolino/partitur.
htm>. Acesso em: 5 jan. 2002.

16 Documento tridimensional

Inclui esculturas, maquetes, objetos e suas representações (fósseis, esqueletos, objetos de museu, animais empalhados, monumentos entre outros).

16.1 Os elementos essenciais são: autor(es), quando for possível identificar o criador artístico do objeto, título (quando não existir, deve-se atribuir uma denominação ou a indicação Sem título, entre colchetes), data e especificação do objeto.

DUCHAMP, Marcel. Escultura para viajar. 1918. 1 escultura variável.
BULE de porcelana. [China: Companhia das Índias, 18–]. 1 bule.

16.2 Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

DUCHAMP, Marcel. Escultura para viajar. 1918. 1 escultura variável,
borracha colorida e cordel. Original destruído. Cópia por Richard
Hamilton, feita por ocasião da retrospectiva de Duchamp na Tate
Gallery (Londres) em 1966. Coleção de Arturo Schwarz. Tradução de:
Sculpture for travelling.

BULE de porcelana: família rosa, decorado com buquês e guirlandas
de flores sobre fundo branco, pegador de tampa em formato de fruto.
[China: Companhia das Índias, 18–]. 1 bule.



17 Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico

Inclui bases de dados, listas de discussão, BBS (site), arquivos em disco rígido, programas, conjuntos de programas e
mensagens eletrônicas entre outros.

17.1 Os elementos essenciais são: autor(es), título do serviço ou produto, versão (se houver) e descrição física do meio eletrônico. Quando se tratar de obras consultadas online, proceder-se-á conforme já indicado.
Observação: No caso de arquivos eletrônicos, acrescentar a respectiva extensão à denominação atribuída ao arquivo.

MICROSOFT Project for Windows 95. Version 4.1. [S.l.]: Microsoft
Corporation, 1995. 1 CD-ROM.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central.
Normas.doc. Curitiba, 1998. 5 disquetes.

17.2 Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.

MICROSOFT Project for Windows 95: project planning software.
Version 4.1. [S.l.]: Microsoft Corporation, 1995. 1 CD-ROM.

ALLIE’S play house. Palo Alto, CA.: MPC/ Opcode Interactive, 1993. 1
CD-ROM. Windows 3.1.

Observação: As mensagens que circulam por intermédio do correio eletrônico devem ser referenciadas somente quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o assunto em discussão. Mensagens trocadas por e-mail têm caráter informal, interpessoal e efêmero, e desaparecem rapidamente, não sendo recomendável seu uso como fonte científica ou técnica de pesquisa.

 

Normas ABNT – Norma NBR 6023:2002 (Transcrição das referências)

Os padrões indicados nesta Norma para apresentação dos elementos que compõem as referências aplicam-se a todos os tipos de documentos.

1 Autoria

Para indicação da forma correta de entrada de nomes, pessoais e/ou de entidades, deve ser utilizado o Código de
Catalogação Anglo-Americano vigente.

1.1 Autor pessoal

Indica(m)-se o(s) autor(es), de modo geral, pelo último sobrenome, em maiúsculas, seguido do(s) prenome(s) e outros sobrenomes, abreviado(s) ou não. Recomenda-se, tanto quanto possível, o mesmo padrão para abreviação de nomes e sobrenomes, usados na mesma lista de referências. Os nomes devem ser separados por ponto-e-vírgula, seguido de espaço.

ALVES, Roque de Brito. Ciência criminal. Rio de Janeiro: Forense,
1995.

DAMIÃO, Regina Toledo; HENRIQUES, Antonio. Curso de direito
jurídico. São Paulo: Atlas, 1995.

1.1.1 Quando existirem mais de três autores, indica-se apenas o primeiro, acrescentando-se a expressão et al.

URANI, A. et al. Constituição de uma matriz de contabilidade
social para o Brasil. Brasília, DF: IPEA, 1994.

Observação: Em casos específicos (projetos de pesquisa científica, indicação de produção científica em relatórios para órgãos de financiamento etc.), nos quais a menção dos nomes for indispensável para certificar a autoria, é facultado indicar todos os nomes.

1.1.2 Quando houver indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra, em coletâneas de vários autores, a entrada deve ser feita pelo nome do responsável, seguida da abreviação, no singular, do tipo de participação (organizador, compilador, editor, coordenador etc.), entre parênteses.

FERREIRA, Léslie Piccolotto (Org.). O fonoaudiólogo e a escola.
São Paulo: Summus, 1991.

MARCONDES, E.; LIMA, I. N. de (Coord.). Dietas em pediatria
clínica. 4. ed. São Paulo: Sarvier, 1993.

1.1.3 No caso da obra publicada sob pseudônimo, este deve ser adotado na referência, desde que seja a forma adotada pelo autor.

DINIZ, Julio. As pupilas do senhor reitor. 15. ed. São Paulo: Ática,
1994. 263 p. (Série Bom livro).

1.1.4 Outros tipos de responsabilidade (tradutor, revisor, ilustrador entre outros) podem ser acrescentados após o título, conforme aparecem no documento. Quando existirem mais de três nomes exercendo o mesmo tipo de responsabilidade, aplica-se o recomendado em 8.1.1.1.

DANTE ALIGHIERI. A divina comédia. Tradução, prefácio e notas:
Hernâni Donato. São Paulo: Círculo do Livro, [1983]. 344 p.

GOMES, Orlando. O direito de família. Atualização e notas de
Humberto Theodoro Júnior. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1995.
562 p.

1.2 Autor entidade
As obras de responsabilidade de entidade (órgãos governamentais, empresas, associações, congressos, seminários etc.) têm entrada, de modo geral, pelo seu próprio nome, por extenso.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520:
informação e documentação: citações em documentos: apresentação.
Rio de Janeiro, 2002.

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Catálogo de teses da
Universidade de São Paulo, 1992. São Paulo, 1993. 467 p.

1.2.1 Quando a entidade tem uma denominação genérica, seu nome é precedido pelo nome do órgão superior, ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Diretrizes para
a política ambiental do Estado de São Paulo. São Paulo, 1993.
35 p.

BRASIL. Ministério da Justiça. Relatório de atividades. Brasília, DF,
1993. 28 p.

1.2.2 Quando a entidade, vinculada a um órgão maior, tem uma denominação específica que a identifica, a entrada é
feita diretamente pelo seu nome. Em caso de duplicidade de nomes, deve-se acrescentar no final a unidade geográfica que identifica a jurisdição, entre parênteses.

BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Relatório da Diretoria-Geral: 1984.
Rio de Janeiro, 1985. 40 p.
BIBLIOTECA NACIONAL (Portugal). O 24 de julho de 1833 e a
guerra civil de 1829-1834. Lisboa, 1983. 95 p.

1.3 Autoria desconhecida
Em caso de autoria desconhecida, a entrada é feita pelo título. O termo anônimo não deve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido.

DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara
Brasileira do Livro, 1993. 64 p.

2 Título e subtítulo

O título e o subtítulo (se for usado) devem ser reproduzidos tal como figuram no documento, separados por dois-pontos.

PASTRO, Cláudio. Arte sacra. São Paulo: Loyola, 1993.

PASTRO, Cláudio. Arte sacra: espaço sagrado hoje. São Paulo:
Loyola, 1993. 343 p.

2.1 Em títulos e subtítulos demasiadamente longos, podem-se suprimir as últimas palavras, desde que não seja alterado o sentido. A supressão deve ser indicada por reticências.

ARTE de furtar… Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992.

LEVI, R. Edifício Columbus…: n. 1930-33. 1997. 108 f. Plantas
diversas. Originais em papel vegetal.

2.2 Quando o título aparecer em mais de uma língua, registra-se o primeiro. Opcionalmente, registra-se o segundo ou o que estiver em destaque, separando-o do primeiro pelo sinal de igualdade.

SÃO PAULO MEDICAL JOURNAL= REVISTA PAULISTA DE
MEDICINA. São Paulo: Associação Paulista de Medicina, 1941- .
Bimensal. ISSN 0035-0362.

2.3 Quando se referenciam periódicos no todo (toda a coleção), ou quando se referencia integralmente um número ou fascículo, o título deve ser sempre o primeiro elemento da referência, devendo figurar em letras maiúsculas.

REVISTA BRASILEIRA DE BIBLIOTECONOMIA E
DOCUMENTAÇÃO. São Paulo: FEBAB, 1973-1992.

2.4 No caso de periódico com título genérico, incorpora-se o nome da entidade autora ou editora, que se vincula ao título por uma preposição entre colchetes.

BOLETIM ESTATÍSTICO [da] Rede Ferroviária Federal. Rio de
Janeiro, 1965- . Trimestral.

2.5 Os títulos dos periódicos podem ser abreviados, conforme a NBR 6032.

LEITÃO, D. M. A informação como insumo estratégico. Ci. Inf.,
Brasília, DF, v. 22, n. 2, p. 118-123, maio/ago. 1989.

2.6 Quando não existir título, deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento, entre
colchetes.

SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA, 1., 1978, Recife.
[Trabalhos apresentados]. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de
Ciências, 1980. ii, 412 p.

3 Edição

Quando houver uma indicação de edição, esta deve ser transcrita, utilizando-se abreviaturas dos numerais ordinais e da palavra edição, ambas na forma adotada na língua do documento.

SCHAUM, Daniel. Schaum’s outline of theory and problems. 5th
ed. New York: Schaum Publishing, 1956. 204 p.
PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. 6. ed. Rio de Janeiro: L.
Cristiano, 1995. 219 p.

3.1 Indicam-se emendas e acréscimos à edição, de forma abreviada.

FRANÇA, Júnia Lessa et al. Manual para normalização de
publicações técnico-científicas. 3. ed. rev. e aum. Belo Horizonte:
Ed. da UFMG, 1996.

3.2 Considerar a versão de documentos eletrônicos como equivalente à edição e transcrevê-la como tal.

ASTROLOGY source. Version 1.0A. Seattle: Multicom Publishing,
c1994. 1 CD-ROM.

4 Local

O nome do local (cidade) de publicação deve ser indicado tal como figura no documento.

ZANI, R. Beleza, saúde e bem-estar. São Paulo: Saraiva, 1995.
173 p.

4.1 No caso de homônimos de cidades, acrescenta-se o nome do estado, do país etc.

Viçosa, AL
Viçosa, MG
Viçosa, RJ

4.2 Quando houver mais de um local para uma só editora, indica-se o primeiro ou o mais destacado.

SWOKOWSKI, E. W.; FLORES, V. R. L. F.; MORENO, M. Q. Cálculo
de geometria analítica. Tradução de Alfredo Alves de Faria. Revisão
técnica Antonio Pertence Júnior. 2. ed. São Paulo: Makron Books do
Brasil, 1994. 2 v.

Observação: Na obra: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Buenos Aires – Guatemala –
México – New York – San Juan – Santiago etc.

4.3 Quando a cidade não aparece no documento, mas pode ser identificada, indica-se entre colchetes.

LAZZARINI NETO, Sylvio. Cria e recria. [São Paulo]: SDF Editores,
1994. 108 p.

4.4 Não sendo possível determinar o local, utiliza-se a expressão sine loco, abreviada, entre colchetes [S.l.].

OS GRANDES clássicos das poesias líricas. [S.l.]: Ex Libris, 1981.
60 f.
KRIEGER, Gustavo; NOVAES, Luís Antonio; FARIA, Tales. Todos os
sócios do presidente. 3. ed. [S.l.]: Scritta, 1992. 195 p.

5 Editora

O nome da editora deve ser indicado tal como figura no documento, abreviando-se os prenomes e suprimindo-se palavras que designam a natureza jurídica ou comercial, desde que sejam dispensáveis para identificação.

DAGHLIAN, Jacob. Lógica e álgebra de Boole. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 1995. 167 p., il. Bibliografia: p.166-167. ISBN 85-224-1256-1.
Nota – Na publicação: Editora Atlas.

LIMA, M. Tem encontro com Deus: teologia para leigos. Rio de
Janeiro: J. Olympio, 1985.
Nota – Na publicação: Livraria José Olympio Editora.

5.1 Quando houver duas editoras, indicam-se ambas, com seus respectivos locais (cidades). Se as editoras forem três
ou mais, indica-se a primeira ou a que estiver em destaque.

ALFONSO-GOLDFARB, Ana Maria; MAIA, Carlos A. (Coord.) História
da ciência: o mapa do conhecimento. Rio de Janeiro: Expressão e
Cultura; São Paulo: EDUSP, 1995. 968 p. (América 500 anos, 2).

5.2 Quando a editora não puder ser identificada, deve-se indicar a expressão sine nomine, abreviada, entre colchetes
[s.n.].

FRANCO, I. Discursos: de outubro de 1992 a agosto de 1993.
Brasília, DF: [s.n.], 1993. 107 p.

5.3 Quando o local e o editor não puderem ser identificados na publicação, utilizam-se ambas as expressões, abreviadas e entre colchetes [S.l.: s.n.].

GONÇALVES, F. B. A história de Mirador. [S.l.: s.n.], 1993.

5.4 Quando a editora é a mesma instituição ou pessoa responsável pela autoria e já tiver sido mencionada, não é
indicada.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Catálogo de graduação,
1994-1995. Viçosa, MG, 1994. 385 p.
RIBEIRO, Antonia Motta de Castro Memória. AACR2, Anglo-
American Cataloguing Rules, 2nd edition: descrição e pontos de
acesso. 2. ed. rev. e atual. Brasília, DF, 2001.

6 Data

A data de publicação deve ser indicada em algarismos arábicos.

LEITE, C. B. O século do desempenho. São Paulo: LTr, 1994. 160 p.

6.1 Por se tratar de elemento essencial para a referência, sempre deve ser indicada uma data, seja da publicação,
distribuição, do copirraite, da impressão, da apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico, ou outra.

CIPOLLA, Sylvia. Eu e a escola, 2ª série. São Paulo: Paulinas,
c1993. 63 p.

6.2 Se nenhuma data de publicação, distribuição, copirraite, impressão etc. puder ser determinada, registra-se uma data aproximada entre colchetes, conforme indicado:

[1971 ou 1972] um ano ou outro
[1969?] data provável
[1973] data certa, não indicada no item
[entre 1906 e 1912] use intervalos menores de 20 anos
[ca. 1960] data aproximada
[197-] década certa
[197-?] década provável
[18–] século certo
[18–?] século provável
FLORENZANO, Everton. Dicionário de idéias semelhantes. Rio de
Janeiro: Ediouro, [1993]. 383 p.

6.3 Nas referências de vários volumes de um documento, produzidos em um período, indicam-se as datas mais antiga e mais recente da publicação, separadas por hífen.

RUCH, Gastão. História geral da civilização: da Antigüidade ao XX
século. Rio de Janeiro: F. Briguiet, 1926-1940. 4 v.

6.4 Em listas e catálogos, para as coleções de periódicos em curso de publicação, indica-se apenas a data inicial
seguida de hífen e um espaço.

GLOBO RURAL. São Paulo: Rio Gráfica, 1985- . Mensal.

6.5 Em caso de publicação periódica, indicam-se as datas inicial e final do período de edição, quando se tratar de
publicação encerrada.

DESENVOLVIMENTO & CONJUNTURA. Rio de Janeiro:
Confederação Nacional da Indústria, 1957-1968. Mensal.

6.6 Os meses devem ser indicados de forma abreviada, no idioma original da publicação, conforme anexo A.

ALCARDE, J. C.; RODELLA, A. A. O equivalente em carbonato de
cálcio dos corretivos da acidez dos solos. Scientia Agricola,
Piracicaba, v. 53, n. 2/3, p. 204-210, maio/dez. 1996.

BENNETTON, M. J. Terapia ocupacional e reabilitação psicossocial:
uma relação possível. Revista de Terapia Ocupacional da
Universidade de São Paulo, São Paulo, v. 4, n. 3, p. 11-16, mar.
1993.

6.7 Se a publicação indicar, em lugar dos meses, as estações do ano ou as divisões do ano em trimestres, semestres
etc., transcrevem-se os primeiros tais como figuram no documento e abreviam-se os últimos.

MANSILLA, H. C. F. La controversia entre universalismo y
particularismo en la filosofía de la cultura. Revista Latinoamericana
de Filosofía, Buenos Aires, v. 24, n. 2, primavera 1998.

FIGUEIREDO, E. Canadá e Antilhas: línguas populares, oralidade e
literatura. Gragoatá, Niterói, n. 1, p. 127-136, 2. sem. 1996.

7 Descrição física

Pode-se registrar o número da última página, folha ou coluna de cada seqüência, respeitando-se a forma encontrada
(letras, algarismos romanos e arábicos).

LUCCI, E. A. Viver e aprender: estudos sociais, 3: exemplar do
professor. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 1994. 96, 7 p.

FELIPE, Jorge Franklin Alves. Previdência social na prática forense.
4. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1994. viii, 236 p.

7.1 Quando o documento for constituído de apenas uma unidade física, ou seja, um volume, indica-se o número total de páginas ou folhas, seguido da abreviatura p. ou f.
Observação: A folha é composta de duas páginas: anverso e verso. Alguns trabalhos, como teses e dissertações, são impressos apenas no anverso e, neste caso, indica-se f.

PIAGET, Jean. Para onde vai a educação. 7. ed. Rio de Janeiro: J.
Olympio, 1980. 500 p.

TABAK, F. A lei como instrumento de mudança social. Fortaleza:
Fundação Waldemar Alcântara, 1993. 17 f.

7.2 Quando o documento for publicado em mais de uma unidade física, ou seja, mais de um volume, indica-se a
quantidade de volumes, seguida da abreviatura v.

TOURINHO FILHO, F. C. Processo penal. 16. ed. rev. e atual. São
Paulo: Saraiva, 1994. 4 v.

7.3 Se o número de volumes bibliográficos diferir do número de volumes físicos, indica-se primeiro o número de volumes bibliográficos, seguido do número de volumes físicos.

SILVA, De Plácido e. Vocabulário jurídico. 4. ed. Rio de Janeiro:
Forense, 1996. 5 v. em 3.

7.4 Quando se referenciarem partes de publicações, mencionam-se os números das folhas ou páginas inicial e final,
precedidos da abreviatura f. ou p., ou indica-se o número do volume, precedido da abreviatura v., ou outra forma de
individualizar a parte referenciada.

REGO, L. L. B. O desenvolvimento cognitivo e a prontidão para a
alfabetização. In: CARRARO, T. N. (Org.). Aprender pensando. 6.
ed. Petrópolis: Vozes, 1991. p. 31-40.

TURANO, J. C.; TURANO, L. M. Fatores determinantes da oclusão em
prótese total. In: ______. Fundamentos de prótese total. 4. ed. São
Paulo: Quintessence, 1998. cap. 13.

7.5 Quando a publicação não for paginada ou a numeração de páginas for irregular, indica-se esta característica.

MARQUES, M. P.; LANZELOTTE, R. G. Banco de dados e
hipermídia: construindo um metamodelo para o Projeto Portinari. Rio
de Janeiro: PUC, Departamento de Informática, 1993. Paginação
irregular.

SISTEMA de ensino Tamandaré: sargentos do Exército e da
Aeronáutica. [Rio de Janeiro]: Colégio Curso Tamandaré, 1993. Não
paginado.

8 Ilustrações

Podem-se indicar as ilustrações de qualquer natureza pela abreviatura il.; para ilustrações coloridas, usar il. color.

CESAR, A. M. A bala e a mitra. Recife: Bagaço, 1994. 267 p., il.
AZEVEDO, Marta R. de. Viva vida: estudos sociais, 4. São Paulo:
FTD, 1994. 194 p., il. color.
BATISTA, Z.; BATISTA, N. O foguete do Guido. Ilustrações de
Marilda Castanha. São Paulo: Ed. do Brasil, 1992. 15 p.,
principalmente il. color.
CHUEIRE, C. Marca angelical. Ilustração Luciane Fadel. Petrópolis:
Vozes, 1994. 18 p., somente il. ISBN 85-326-1087-0.

9 Dimensões

Em listas de referências, pode-se indicar a altura do documento em centímetros e, em caso de formatos excepcionais, também a largura. Em ambos os casos, aproximam-se as frações ao centímetro seguinte, com exceção de documentos tridimensionais, cujas medidas são dadas com exatidão.

DURAN, J. J. Iluminação para vídeo e cinema. São Paulo: [s.n.],
1993. 126 p., 21 cm.
CHEMELLO, T. Lãs, linhas e retalhos. 3. ed. São Paulo: Global,
1993. 61 p., il., 16 cm x 23 cm.
TAÇA de vidro à maneira de Veneza, com a imagem de Nossa
Senhora e o menino no fuste também decorado com detalhes azuis.
[17–?]. 1 taça, 10,7 cm de diâmetro x 24,5 cm de altura.

10 Séries e coleções

Após todas as indicações sobre os aspectos físicos, podem ser incluídas as notas relativas a séries e/ou coleções.
Indicam-se, entre parênteses, os títulos das séries e coleções, separados, por vírgula, da numeração, em algarismos
arábicos, se houver.

ARBEX JUNIOR, J. Nacionalismo: o desafio à nova ordem póssocialista.
São Paulo: Scipione, 1993. 104 p., il., 23 cm. (História em
aberto).
CARVALHO, Marlene. Guia prático do alfabetizador. São Paulo:
Ática, 1994. 95 p. (Princípios, 243).
MIGLIORI, R. Paradigmas e educação. São Paulo: Aquariana, 1993.
20 p. (Visão do futuro, v. 1).

11 Notas

Sempre que necessário à identificação da obra, devem ser incluídas notas com informações complementares, ao final da referência, sem destaque tipográfico.

LAURENTI, R. Mortalidade pré-natal. São Paulo: Centro Brasileiro de
Classificação de Doenças, 1978. Mimeografado.
MARINS, J. L. C. Massa calcificada da naso-faringe. Radiologia
Brasileira, São Paulo, n. 23, 1991. No prelo.

MALAGRINO, W. et al. Estudos preliminares sobre os efeitos de
baixas concentrações de detergentes amiônicos na formação do
bisso em Branchidontas solisianus. 1985. Trabalho apresentado ao
13o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental,
Maceió, 1985.

11.1 Em documentos traduzidos, pode-se indicar a fonte da tradução, quando mencionada.

CARRUTH, Jane. A nova casa do Bebeto. Desenhos de Tony
Hutchings. Tradução Ruth Rocha. São Paulo: Círculo do Livro, 1993.
21 p. Tradução de: Moving house.

11.2 No caso de tradução feita com base em outra tradução, indica-se, além da língua do texto traduzido, a do texto
original.

SAADI. O jardim das rosas… Tradução de Aurélio Buarque de
Holanda. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1944. 124 p., il. (Coleção
Rubaiyat). Versão francesa de Franz Toussaint do original árabe.

11.3 As separatas devem ser transcritas como figuram na publicação.

MAKAU, A. B. Esperanza de la educación hoy. Lisboa: J. Piaget,
1962. Separata de: MOORE, W. (Ed.). Construtivismo del
movimiento educacional: soluciones. Córdoba, AR: [s.n.], 1960.
p. 309-340.

LION, M. F.; ANDRADE, J. Drogas cardiovasculares e gravidez.
Separata de: Arquivos Brasileiros de Cardiologia, São Paulo, v. 37,
n. 2, p. 125-127, 1981.

11.4 Nas teses, dissertações ou outros trabalhos acadêmicos devem ser indicados em nota o tipo de documento (tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso etc.), o grau, a vinculação acadêmica, o local e a data da defesa, mencionada na folha de aprovação (se houver).

MORGADO, M. L. C. Reimplante dentário. 1990. 51 f. Trabalho de
Conclusão de Curso (Especialização)–Faculdade de Odontologia,
Universidade Camilo Castelo Branco, São Paulo, 1990.

ARAUJO, U. A. M. Máscaras inteiriças Tukúna: possibilidades de
estudo de artefatos de museu para o conhecimento do universo
indígena. 1985. 102 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais)–
Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, São Paulo,
1986.

11.5 Outras notas podem ser incluídas, desde que sejam consideradas importantes para a identificação e localização de fontes de pesquisa.

HOLANDA, S. B. Caminhos e fronteiras. 3. ed. São Paulo:
Companhia das Letras, 1994. 301 p., il. Inclui índice. ISBN 85-7164-
411-x.

PELOSI, T. O caminho das cordas. Rio de Janeiro: Amais, 1993.
158 p., il. Bibliografia: p. 115-158.
TRINGALI, Dante. Escolas literárias. São Paulo: Musa, 1994. 246 p.
Inclui bibliografias.

Normas ABNT – Norma NBR 6023:2002 (Ordenação das referências)

As referências dos documentos citados em um trabalho devem ser ordenadas de acordo com o sistema utilizado para citação no texto, conforme NBR 10520. Os sistemas mais utilizados são: alfabético (ordem alfabética de entrada) e numérico (ordem de citação no texto).

1 Sistema alfabético

Se for utilizado o sistema alfabético, as referências devem ser reunidas no final do trabalho, do artigo ou do capítulo, em uma única ordem alfabética. As chamadas no texto devem obedecer à forma adotada na referência, com relação à escolha da entrada, mas não necessariamente quanto à grafia, conforme a NBR 10520.

No texto:

Para Gramsci (1978) uma concepção de mundo crítica e coerente pressupõe a plena
consciência de nossa historicidade, da fase de desenvolvimento por ela representada
[…]

Nesse universo, o poder decisório está centralizado nas mãos dos detentores do poder
econômico e na dos tecnocratas dos organismos internacionais (DREIFUSS, 1996).
Os empresários industriais, mais até que os educadores, são, precisamente, aqueles
que hoje identificam tendências na relação entre as transformações pelas quais vêm
passando o processo de trabalho, o nível de escolaridade e a qualificação real exigida
pelo processo produtivo (CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA, 1993).

Na lista de referências:

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA (Brasil). Educação
básica e formação profissional. Salvador, 1993.

GRAMSCI, Antonio. Concepção dialética da História. 2. ed. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.

1.1 Eventualmente, o(s) nome(s) do(s) autor(es) de várias obras referenciadas sucessivamente, na mesma página, pode(m) ser substituído(s), nas referências seguintes à primeira, por um traço sublinear (equivalente a seis espaços) e ponto.

FREYRE, Gilberto. Casa grande & senzala: formação da família
brasileira sob regime de economia patriarcal. Rio de Janeiro: J.
Olympio, 1943. 2 v.

______ . Sobrados e mucambos: decadência do patriarcado rural no
Brasil. São Paulo: Ed. Nacional, 1936.

1.2 Além do nome do autor, o título de várias edições de um documento referenciado sucessivamente, na mesma página, também pode ser substituído por um traço sublinear nas referências seguintes à primeira.

FREYRE, Gilberto. Sobrados e mucambos: decadência do
patriarcado rural no Brasil. São Paulo: Ed. Nacional, 1936. 405 p.
______.______. 2. ed. São Paulo: Ed. Nacional, 1938. 410 p.

2 Sistema numérico
Se for utilizado o sistema numérico no texto, a lista de referências deve seguir a mesma ordem numérica crescente. O sistema numérico não pode ser usado concomitantemente para notas de referência e notas explicativas.
No texto:

De acordo com as novas tendências da jurisprudência brasileira1, é facultado ao
magistrado decidir sobre a matéria.
Todos os índices coletados para a região escolhida foram analisados minuciosamente2.

Na lista de referências:

1 CRETELLA JÚNIOR, José. Do impeachment no direito brasileiro.
[São Paulo]: R. dos Tribunais, 1992. p. 107.
2 BOLETIM ESTATÍSTICO [da] Rede Ferroviária Federal. Rio de
Janeiro, 1965. p. 20.




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